Ende der Steuerprivilegien für Fifa & Co? Nichts als eine Zeitungsente, sagt Büchel
23. September 2014
Erschienen in: Zeitungen weltweit

Die Schweizer Politik hat die Probleme der korrupten Sportverbände an die Hand genommen. Gerade so schnell, wie es die Zeitungen in Brasilien, Spanien, Russland (und vielen anderen Ländern der Welt) in heute erschienen Artikeln sehen, geht es aber nicht. Möglich, dass es da und dort ein paar Übersetzungsprobleme gegegen hat.

www.goal.com/br/news/5125/extra-campo/2014/09/23/5127032/fifa-perde-privil%C3%A9gio-do-governo-su%C3%AD%C3%A7o-e-ter%C3%A1-suas-contas

futbol.as.com/futbol/2014/09/23/internacional/1411488895_643034.html

french.ruvr.ru/news/2014_09_23/Des-fonctionnaires-de-la-FIFA-prives-dallegements-fiscaux-en-Suisse-6858/

Hier ein Beispiel aus der grössten Sportzeitung Spaniens:

Suiza pone fin a los privilegios fiscales otorgados a la FIFA

“Las cuentas de los dirigentes de la FIFA tendrán el mismo tratamiento que las de los peores dictadores del mundo”, dice Roland Rino Buchel, un político suizo.

Suiza ha decidido poner fin a los privilegios fiscales que otorgaba a la FIFA y a partir de ahora la máxima entidad del fútbol mundial podrá ser procesada por casos de corrupción, tal y como publica este martes el diario Estadao. Así lo ha confirmado Simonetta Sommaruga, ministra de justicia de Suiza, con la intención de lavar la imagen del país.

Esta iniciativa, respaldada tanto por la izquierda como por la derecha, nació en 2011 cuando las Juventudes Socialistas de Suiza pidieron al gobierno del país europeo que se pusiera fin a los privilegios fiscales debidos a los casos de corrupción y considerar injustificado que la entidad fuera considerada como un organismo público.

En junio una iniciativa para estudiar los casos de corrupción se quedó a las puertas del parlamento debido a la presión ejercida. Ahora el gobierno ha reculado y permitirá investigar las cuentas de los dirigentes de la FIFA. “Las cuentas de los dirigentes de la FIFA tendrán el mismo tratamiento que las de los peores dictadores del mundo”, dijo Roland Buchel, uno de los impulsores de la investigación contra la corrupción en la FIFA.

La decisión del gobierno suizo llega en medio del escándalo surgido en torno al Mundial de 2022 en Qatar. Varios medios hablan de la compra de votos en la designación de la sede qatarí con el beneplácito de la FIFA. Sin ir más lejos, France Football en 2013 destapó lo que denominó el caso ‘Qatargate’.

Después el diario Sunday Times destapó centenares de correos electrónicos en los que aparecía Mohammed Bin Hammam realizando pagos de más de cinco millones de euros a dirigentes de federaciones asiáticas, africanas y centroamericanas. Además añadía que políticos y empresarios de Qatar se reunieron con Platini y Blatter, dirigentes con derecho a voto.

La FIFA no es la única federación deportiva amparada en las exenciones fiscales de Suiza. La UEFA, el Comité Olímpico Internacional (COI), Unión Ciclista Internacional (UCI) y demás entidades deportivas dejan en ese país una cifra aproximada de 3.800 millones de euros.

Ein Beispiel aus Brasilien:

 

Segundo um deputado local, Roland Rino Buchel, as contas dos dirigentes terão tratamento dado aos “piores ditadores do mundo”

O governo suíço decidiu acabar com os privilégios que, há décadas, dá para a Fifa. A partir de agora, a entidade que rege o futebol mundial poderá ser processada por corrupção.

Quem anunciou a decisão foi a ministra da Justiça do país, Simonetta Sommaruga. As contas do presidente da organização, Joseph Blatter, e de todos os membros da “família do futebol” poderão ser regularmente vistoriadas.

Há anos, inúmeras denúncias envolvendo superfaturamento, corrupção, compra de votos e outros crimes foram atribuídas à Fifa. No entanto, a entidade, que prega um discurso de combate a tais violações, continuou aparecendo em manchetes de jornais, livros e documentários sob as mesmas acusações. Durante a Copa do Mundo, por exemplo, uma pessoa ligada à uma empresa que revendia os ingressos Vips foi presa. A grande lista de irregularidades começou a incomodar o governo da Suíça.

“As contas dos dirigentes da Fifa terão o mesmo tratamento dado aos piores ditadores do mundo”, disse o deputado suíço Roland Buchel, um dos mais ferrenhos defensores de uma ação radical contra a corrupção que assola a entidade. Se, no passado, um lobby poderoso feito por bancos e multinacionais derrubou a tentativa de lei que puniria corrupção em entidades privadas, agora o governo reviu a postura para entidades esportivas internacionais.

A Suíça é sede de mais de 30 entidades esportivas. Entre os principais motivos, além da grande calmaria do país, estão os acordos tributários e a proteção em casos de corrupção privada. Nomes bem conhecidos dos brasileiros já foram examinados pelos tribunais: João Havelange e Ricardo Teixeira tiveram confirmadas provas de corrupção, mas tiveram apenas que pagar multa milionária para restaurar parte do prejuízo.

“A corrupção privada será processada e reprimida, mesmo que não cause distorções na concorrência pública”, disse o Ministério da Justiça do país europeu.

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